Bando leva armas valiosas
A Polícia Civil de Castanhal ainda não dispunha, até o final da tarde de ontem, de nenhuma informação que levasse ao paradeiro da quadrilha, integrada por seis homens e duas mulheres, que invadiu, por volta das 3 horas da madrugada do mesmo dia, o prédio do Instituto de Perícias Científicas de Castanhal e levou um verdadeiro arsenal, cujo montante de armas ainda estava sendo levantado pelos peritos do setor de balística, mas ultrapassa 100 unidades. Os bandidos tiveram tempo para selecionar as armas mais potentes e novas.
Além do armamento - a maioria pistolas automáticas e revólveres -, o bando também levou várias petecas de cocaína e maconha que estavam no laboratório de entopercentes para análise. Os bandidos não entraram numa sala onde estavam guardadas dezenas de escopetas, espingardas e metralhadoras.
A Polícia diz que o assalto foi cometido por criminosos experientes e organizados, que foram ao IPC com o único objetivo de levar armas e drogas. Seis funcionários do Instituto foram rendidos e obrigados a ficar deitados num corredor. Antes de os bandidos fugirem em pelo menos três motocicletas, eles amarraram os funcionários com fio elétrico e fita adesiva, usada também para tapar as bocas das vítimas.
PROCURA
Desde o início da manhã de ontem, dezenas de policiais civis e militares, incluindo os da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), estão em Castanhal à procura de pistas que possam levar aos bandidos. Existe a possibilidade, levantada pelos próprios policiais, de que as armas ainda estejam em Castanhal, ou na região próxima à cidade, e que elas sejam usadas em assaltos nos municípios do nordeste paraense, sobretudo agências bancárias e comércios. 'Elas (as armas) não foram levadas para Belém porque lá o policiamento está sendo intenso, por causa do Fórum Social Mundial', acredita um policial.
A Polícia investiga a possibilidade de algum funcionário do Instituto de Perícias Científicas de Castanhal ter facilitado a ação dos bandidos, fornecendo informações. A suspeita foi levantada porque muitas armas valiosas, principamente pistolas automáticas, foram retiradas de um cofre e postas sobre uma mesa, na sala de balística, na véspera do assalto. Uma estagiária chegou a ser detida, mas depois liberada porque foi constatado que ela nada tinha a ver com a ação criminosa. Mesmo assim, ela prometeu processar o Estado por danos morais.
A Polícia constatou que o prédio do Instituto de Criminalística, abarrotado de armas e drogas, não dispõe de um sistema de segurança confiável. Desde quando a Polícia Militar retirou os dois policiais que davam plantão no local, há aproximadamente dois anos, que a segurança do prédio estava sendo feita por apenas um segurança, de uma empresa particular, e só no período noturno.
(Liberal dig)
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29/01/2009
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