IMPOSTOMETRO

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...DEPOIS DO GOv. PASSADO MUITAS PESSOAS E EMPRESAS PASSARAM A ENCARAR, NUMA BOA, O ROUBO E FALCATRUAS COMO MAIS UMA ESTRATÉGIA PARA GERAÇÃO DE LUCRO.

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11/01/2009

BELÉM A CIDADE DO MEDO

Medo e risco andam de ônibus e vans
Todo dia, dois ônibus são assaltados. A cada semana, duas vans. Em um ano, 9 mortes.

O cidadão não precisa mais apressar os passos de casa até a parada de ônibus para não ser assaltado nas ruas. O crime está também dentro dos coletivos. No ano passado, por exemplo, 878 deles foram assaltados na Grande Belém. O crescimento dos registros nessa modalidade é de quase 50% de 2007 para 2008.
De acordo com os números do Sindicato das Empresas de Transporte do Município de Belém (Setransbel), a média de 2008 é de 2,4 assaltos/dia contra dois assaltos/dia em 2007. As polícias Civil e Militar, atendendo a ordem emanada da Secretaria de Segurança Pública (Segup), não quiseram revelar os dados desse tipo de crime praticado na cidade. Entende-se: dada a crescente escalada de violência nas ruas de Belém, os registros policiais sonegados devem revelar dados mais assombrosos.
Como se não bastassem os assaltos, a bandidagem, dentro dos coletivos, também revela maior ousadia: assassina e é assassinada. Só primeiro semestre de 2008 aconteceram nove mortes: de quatro assaltantes, de três passageiros, de um cobrador e de um policial militar, além do linchamento de outros três acusados.
Micro-ônibus, alvos fáceis nas estradas
Mário Arouck, presidente do Sindicato dos Proprietários de Vans e Micro-ônibus Operadores do Transporte Alternativo Autorizado do Pará (Sinprovan), afirma que seus associados chegam a sofrer, em média, dois assaltos por semana. Rodovia BR-316 e Alça Viária são os pontos mais críticos, com maior número de ocorrências.
Os assaltos praticados nos micro-ônibus que fazem linha para o interior do Estado são caracterizados por abordagem e sequestro do veículos e passageiros para um desvio de rota, local onde acontece a 'limpeza'.
PERFIL DOS ASSALTANTES DE ÔNIBUS
1- Geralmente usam chapéus para cobrir parte do rosto
2- Usam mochila onde escondem as armas de fogo ou armas brancas
3- Andam com duas camisas para dificultar o reconhecimento, pelos policiais, após a denúncia
4- Preferem os ônibus com poucos passageiros, o que diminui o risco da reação das vítimas
5- Antes, assaltavam apenas o cobrador; hoje, assaltam também os passageiros.
(Liberal dig.)

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