Entre as muitas vantagens que a vida universitária proporciona aos acadêmicos uma das que se destaca entre todas é a facilidade de crédito.Ao se matricular em uma instituição de ensino superior qualquer aluno empregado ou não está apto a abrir uma conta corrente, tirar o cartão de crédito e até possuir cheque especial, mas o que eles não sabem é que por trás dessas 'vantagens', há inúmeros problemas.
Muitos desses alunos, bem antes do primeiro emprego, entram para o banco de dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), ou seja, quando conseguem o primeiro emprego já estão com o nome ‘sujo na praça’.
Cada banco dá certo limite de crédito ao universitário, nisso, o grande problema da maioria, é falta de sabedoria na hora de administrar a conta e não ter de onde tirar o dinheiro para pagar a fatura no final do mês, pois não trabalham.
A grande vantagem não só para os acadêmicos, mas para qualquer consumidor é que os cartões de crédito trazem agilidade, comodidade, confiabilidade e segurança, porém também, são acompanhados de vários problemas ao seu usuário, decorrentes, principalmente, de sua mal planejada utilização.
Segundo Gerente Administrativa do CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), o pior problema surge quando o consumidor, por necessidade ou por falta de conhecimento, passa a utilizar o crédito disponibilizado no cartão como se fosse parte de seus rendimentos, atrasando o pagamento ou pagando somente o valor mínimo da fatura de gastos.
O que também é o problema da grande maioria dos acadêmicos que usam os cartões com o mesmo pensamento. E sabendo desta realidade, as administradoras de cartão de crédito cobram valores astronômicos pelo saldo devedor financiado, aplicando taxas de juros e outros encargos que fogem à realidade econômica do consumidor, que passa a dever mais e mais a cada dia.
Segundo dados do Procon, os juros cobrados nos cartões de crédito são muito altos (em média entre 9% a 20% ao mês) e digamos que neste caso sejam de 14,50% ao mês. O que é considerado um absurdo, principalmente para os estudantes que não têm de onde tirar.
Desta forma, surge aquilo que popularmente chamamos de formação de uma "bola de neve", pois a dívida não pára de aumentar, transformando os consumidores endividados em verdadeiros escravos das administradoras dos cartões de crédito, comprometendo seus salários e prejudicando o sustendo de suas famílias. Há muitos casos de pessoas que perdem seus bens, inclusive a própria residência, no pagamento de dívidas que com o tempo vão se tornando eternas.
O crédito universitário é considerado por muitos uma forma de prender os consumidores aos bancos que só lucram enquanto o consumidor não consegue pagar a divida que é cada vez maior.
O Procon alerta não só aos universitários, mas a todos que têm cartão de credito que não o usem se não for necessário.
Muitos desses alunos, bem antes do primeiro emprego, entram para o banco de dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), ou seja, quando conseguem o primeiro emprego já estão com o nome ‘sujo na praça’.
Cada banco dá certo limite de crédito ao universitário, nisso, o grande problema da maioria, é falta de sabedoria na hora de administrar a conta e não ter de onde tirar o dinheiro para pagar a fatura no final do mês, pois não trabalham.
A grande vantagem não só para os acadêmicos, mas para qualquer consumidor é que os cartões de crédito trazem agilidade, comodidade, confiabilidade e segurança, porém também, são acompanhados de vários problemas ao seu usuário, decorrentes, principalmente, de sua mal planejada utilização.
Segundo Gerente Administrativa do CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), o pior problema surge quando o consumidor, por necessidade ou por falta de conhecimento, passa a utilizar o crédito disponibilizado no cartão como se fosse parte de seus rendimentos, atrasando o pagamento ou pagando somente o valor mínimo da fatura de gastos.
O que também é o problema da grande maioria dos acadêmicos que usam os cartões com o mesmo pensamento. E sabendo desta realidade, as administradoras de cartão de crédito cobram valores astronômicos pelo saldo devedor financiado, aplicando taxas de juros e outros encargos que fogem à realidade econômica do consumidor, que passa a dever mais e mais a cada dia.
Segundo dados do Procon, os juros cobrados nos cartões de crédito são muito altos (em média entre 9% a 20% ao mês) e digamos que neste caso sejam de 14,50% ao mês. O que é considerado um absurdo, principalmente para os estudantes que não têm de onde tirar.
Desta forma, surge aquilo que popularmente chamamos de formação de uma "bola de neve", pois a dívida não pára de aumentar, transformando os consumidores endividados em verdadeiros escravos das administradoras dos cartões de crédito, comprometendo seus salários e prejudicando o sustendo de suas famílias. Há muitos casos de pessoas que perdem seus bens, inclusive a própria residência, no pagamento de dívidas que com o tempo vão se tornando eternas.
O crédito universitário é considerado por muitos uma forma de prender os consumidores aos bancos que só lucram enquanto o consumidor não consegue pagar a divida que é cada vez maior.
O Procon alerta não só aos universitários, mas a todos que têm cartão de credito que não o usem se não for necessário.
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